Juventude 4 x 0 Náutico | Melhores momentos | 35ª rodada | Brasileirão Série B
Antes mesmo do jogo contra o Juventude, o Náutico já havia "vencido" na 34ª rodada da Série B no sábado, com a derrota do Avaí, em casa, para o Botafogo-SP.
Resultado que manteria a diferença para a equipe catarinense, que abre a zona do rebaixamento, na 17ª posição, em seis pontos, mesmo em caso de um revés em Caxias do Sul. Desta forma, a partida no Alfredo Jaconi passou a ser uma espécie de "bônus".
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Sendo assim, a goleada sofrida por 4 a 0 precisa ser rapidamente deixada de lado. Até porque, a partir desta terça-feira, o Náutico entra na sua semana mais decisiva do ano para encarar, como já definiu o técnico Bruno Pivetti, "uma final de campeonato".
Derek, atacante do Náutico, em jogo contra o Juventude
Luiz Erbes/AGIF
Afinal, uma vitória sobre o Avaí, sábado, nos Aflitos, finalmente livra matematicamente o Náutico do risco de queda para a Série C, enquanto que um empate deixa a situação ainda na confortável diferença de seis pontos, restando só mais duas rodadas.
Já uma derrota trará uma carga de dramaticidade ainda não vivida por esse elenco neste Brasileiro. Com o risco de queda se tornando real.
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E por tudo o que pode significar esse jogo, o "virar rapidamente a página" da derrota para o Juventude não significa que está tudo tranquilo. Pelo contrário.
Juventude x Náutico
Luiz Erbes/AGIF
Dentro de campo, Bruno Pivetti não pode mais bancar apostas. Como as feitas contra o Juventude, com Guruceaga no gol e Ryan na lateral esquerda. Coincidentemente (ou não) os dois piores em campo.
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É hora de voltar ao "básico". Afinal, bem ou mal, Muriel foi o goleiro titular ao longo de toda a temporada e Igor Fernandes precisa voltar a ocupar a lateral esquerda. Samuel é outro que precisa voltar ao time, em detrimento a Luiz Felipe, que nitidamente ainda não está 100% fisicamente.
Outro ponto que preocupa é que, contra o Juventude, o Náutico chegou ao quarto jogo seguido sem marcar gols. E ao quinto jogo sem vitórias. Curiosamente, Pivetti venceu apenas na estreia, contra o Sport.
Bruno Pivetti, técnico do Náutico, em jogo contra o Juventude
Luiz Erbes/AGIF
Mas talvez seja fora de campo que esteja a maior preocupação.
É preciso uma força tarefa dos alvirrubros, de dentro e de fora da diretoria, para que o clube minimize nos próximos dias os salários atrasados com o elenco. Para que os jogadores tenham tranquilidade para trabalhar nos três dias de treinamentos até a partida (o grupo se reapresenta na quarta-feira).
Essa é a semana mais importante do Náutico em 2026. Que o clube a trate como tal.
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